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quinta-feira, 4 de abril de 2013
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 12 de fevereiro de 2011
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
Hoje há festa na aldeia

O Verão está aí e as aldeias transmontanas vão encher-se de gente, música e alegria.
Eu gosto de festas mas, este ano, tenho concorrência à altura, os políticos!
Decidi publicitar no Blogue todas as festas de Verão do concelho. Para isso basta que me enviem, em formato electrónico ou em papel, o respectivo cartaz.
A conta de correio electrónico é freixodeespadaacinta@gmail.com, mas também podem enviar pelo correio para:
À Descoberta
Rua de Angola, n.º9
5360-357 – Vila Flor
Fotografia: Lagoaça, Julho de 2008.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Congida ganha bandeira azul
Espaço sofreu obras no valor de um milhão de eurosO distrito de Bragança tem mais uma praia fluvial com bandeira azul – a praia da Congida, em Freixo de Espada à Cinta, em pleno Douro Internacional. Os efluentes da Coopafreixo que ali iam parar, são agora alvo de tratamento, na Estação de Tratamento de Águas, de forma a garantir a protecção da qualidade das águas e do meio ambiente. A autarquia apostou ainda na requalificação do espaço envolvente, criando uma piscina flutuante para crianças e espaços verdes, ainda em crescimento.Notícia: Mensageiro Notícias
sexta-feira, 3 de julho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Alminhas

As alminhas são de todos
Pois quem é que lá não tem
Um parente ou um amigo
Um bom pai ou santa mãe
Esta é uma das quadras que se podem ler num dos azulejos
destas alminhas na estrada de Freixo para Mazouco.
domingo, 1 de março de 2009
À Descoberta das amendoeiras em Flor
O tema das Amendoeiras em Flor é transversal a uma série de concelhos. Guardo com carinho a 1.ª edição do Guia Turístico “Rota da Amendoeira” editado em 2001, referente a Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor e Vila Nova de Foz Côa. Conhecedor mais ou menos profundo destes concelhos, não necessito de um Guia Turístico, mas mostra a vontade que estes concelhos têm em venderem uma imagem, a Amendoeira em Flor. Vivi em Torre de Moncorvo nos anos áureos das excursões. Eram dezenas, senão centenas de autocarros que se amontoavam na Corredoura (antes do arranjo urbanístico).
Este ano decidi “criar” um Rota da Amendoeira em Flor, para um passeio de família. Visitar locais onde não passávamos há mais de 10 anos, outros onde nunca tínhamos ido, apreciar a paisagem, o artesanato, a gastronomia, mas, sobretudo, ir ao encontro da beleza das amendoeiras em flor, foi o objectivo. Decidi publicar o percurso porque pode dar ideias a outras pessoas que querem beneficiar do privilégio de passar um dia de puro prazer nas pequenas estradas de Trás-os-Montes.
Saímos de Vila Flor ao início da manhã. O dia não estava nada daquilo que eu desejaria (para a fotografia) com o céu repleto de nuvens. Uma atmosfera muito, muito cinzenta, mas com uma temperatura muito agradável.As amendoeiras em flor apareceram logo dentro da vila. Ao longo da estrada que conduz a Sampaio (N608) há algumas flores que já perderam as pétalas, mas o espectáculo ainda é digno de se ver. Ao longo da N102 (E802) entre Sampaio e a barragem do Pocinho, encontram-se vários locais com muitas amendoeiras em flor. Um bom exemplo são as encostas na Quinta da Portela, mas há amendoeiras por todo o lado.
De junto das comportas da barragem do Pocinho, na margem direita, parte uma estreita estrada que faz a ligação às aldeias de Urros e Peredos dos Castelhanos. Conheci essa estrada há quase duas décadas, quando ainda nem sequer estava asfaltada! Desde essa altura, pouco mudou. Durante algum tempo as curvas acompanham o rio, serpenteando nas entranhas da terra. A foz da Ribeira do Arroio veio separar-nos definitivamente do rio. Depois de a atravessarmos, numa estreita ponte (que assustadora era!), começámos a subir até perto dos 600 metros de altitude. Nesta zona há muitas amendoeiras em flor, mas a maior parte dos delas estão abandonadas. É uma das estradas panorâmicas mais bonitas que conheço no concelho de Torre de Moncorvo. Encontrámos no seu final a N603. Pode ser uma boa oportunidade para virar à direita e fazer uma rápida visita a Peredo dos Castelhanos. À esquerda é a direcção de Urros. Foi nesta zona que encontrei as mais bonitas amendoeiras em flor! Quase todas as flores são de um rosa acentuado, dão uma tonalidade forte e uniforme ao amendoal.
Para saborear toda a paz que nos invade, depois de algumas horas por locais tão pouco frequentados, alguns minutos junto à igreja de S. Apolinário dão também alguma mística ao passeio. Nesta espécie de santuário a algumas centenas de metros do povoado, fomos encontrar uma fonte. A água desta fonte era apontada como sendo milagrosa (1726), mas, actualmente, apenas é vista como digestiva. Foi o próprio S. Apolinário que fez brotar a água da rocha, para saciar a sede com que vinha, depois de atravessar o Douro. Muito havia para ver em Urros, mas partimos em direcção à Barragem das Olgas, ainda em construção, local onde se confrontam o concelho de Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta. Deixámos a N630 e seguimos à direita para Ligares. Atravessámos a aldeia pela Rua do Cimo do Povo, contornámos a igreja e seguimos para o Largo de S. Cruz.Retomámos a estrada N325 que desce a encosta até à Ribeira do Mosteiro. Neste trajecto ainda há muitas amendoeiras que não floriram, o que significa que este percurso se vai manter bonito por mais alguns dias. Mais uma vez se vislumbram largas encostas onde a amendoeira já foi rainha. O abandono é a nota predominante, mas, onde as amendoeiras estão cuidadas, as flores são mais fartas e mais coloridas.
Depois das Quintas da Ribeira e de S. Tiago, a estrada divide-se: em frente desce-se pela N325 até Barca de Alva; à esquerda sobe-se pela N325-1 até Freixo de Espada à Cinta. O meu desejo era seguir em frente, pois adoro percorrer esta estrada onde nos sentimos muito pequenos face à agressividade das massas rochosas que nos rodeiam. Da foz da Ribeira do Mosteiro até Freixo, é bem possível que ainda haja muitas amendoeiras em flor (ao longo da N221).A opção foi virar à esquerda em direcção a Freixo. O “relógio” solar (e não só), já nos indicava que estava na hora de almoço.
Nesta zona também há muitas amendoeiras em flor. Até uma pequena raposa se passeava entre elas, indiferente aos potenciais flashes dos turistas.
Em Freixo, estacionámos o carro junto da Câmara Municipal. O recinto da feira era um pouco distante, mas havia um autocarro a transportar gratuitamente os que o desejassem. Estávamos dispostos a almoçar na feira (Feira Transfronteiriça/Feira dos Gostos e Saberes), até porque se tratava de uma feira de sabores. Procurámos o pavilhão de restauração, onde havia poucos lugares vazios. O primeiro contacto foi decepcionante e a refeição tornou-se um fiasco. Procurávamos comer alguma coisa regional, mas as opções eram poucas: leitão e picanha. O vinho tinha que ser obrigatoriamente do Alentejo! O leitão não se conseguia comer, estava cru; as batatas fritas eram de pacote e o pão só chegou depois de muita insistência. “Matei” a fome com alguns feijões pretos gentilmente cedidos e partilhados com a mesa ao lado. Manifestei o meu descontentamento e pedi uma factura (que obviamente não me foi passada). A organização da feira devia estar atenta ao péssimo serviço que esta empresa estava ali a prestar. Além de que deviam apostar em servir os produtos regionais tais como as azeitonas, o fumeiro e o vinho. Esta lacuna também se nota na feita TerraFlor, em Vila Flor.
Não ficámos muito bem dispostos e demorámos pouco na feira. Apesar de tudo, é interessante a aposta no lado de lá da fronteira (ou eles no lado de cá?). O espaço envolvente está muito bem estruturado e o pavilhão da feira mostra coisas interessantes. Afinal ali estavam os verdadeiros sabores, só que já era demasiado tarde!A viagem continuou em direcção a norte (pela N221); o objectivo era visitar Mazouco. Neste troço quase não existem amendoeiras, a não ser à saída de Freixo até à Zona Industrial.
As gravuras rupestres de Mazouco nunca tinham sido visitadas por qualquer um de nós e, pela sua importância na arte do Paleolítico Superior, em Portugal e na Europa, merecem bem uma visita. As amendoeiras partilham com as oliveiras e laranjeiras, os socalcos entre Mazouco e o rio Douro. Para além da discussão carvalo-carneiro, a beleza da paisagem e a admiração de arte milenar, são um bom convite para uma outra rota À Descoberta das amendoeiras em Foz Côa e da arte do Vale do Côa.
No caminho de regresso, nas últimas casas de Mazouco virámos à direita, seguindo uma estrada (620) que nos coloca num belo miradouro sobre o Douro. Infelizmente as condições atmosféricas já não eram as melhores.Seguimos à direita (de novo na N221) até à Estação de Freixo e depois à esquerda em direcção a Torre de Moncorvo. Neste troço da estrada até ao Carvalhal ainda há poucas amendoeiras em flor. Entrámos em Carviçais à procura de mais alguns Detalhes em Ferro.
Como não havia muitas amendoeiras com flor, fizemos uma visita ao bar na estação, no Larinho. É um bom espaço para tomar um refresco, ao fim da tarde.
Regressámos à estrada em direcção a Moncorvo. A XXIII Feira de Artesanato está prestes a encerrar. São já 23 feiras e eu visitei grande parte delas. Algumas das presenças são sempre interessantes de observar e saborear como os quadros feitos com escamas de peixe ou casca de alho e as tradicionais amêndoas de Torre de Moncorvo, outras já pouco dizem.
A viagem de regresso a Vila Flor é feita pela N325 até à ponte sobre o Sabor. Depois de se entrar no concelho de Vila Flor, depois da Junqueira, utiliza-se a N215, cheia de curvas mas com boas vistas panorâmicas. Estas são estradas a evitar no dia-a-dia, mas são as ideais para um calmo passeio, em busca de belas Amendoeiras em Flor.Outras fotografias deste percurso:
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Pela calçada de Alpajares 1




Passeio na calçada de Alpajares, no dia 23 de Setembro de 2008.Fotografias gentilmente cedidas por Nelson Rebanda
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
O meu concelho

Ó Freixo de Espada à Cinta tu estás sempre alerta
E mostras-te a nu, a quem por ti passa
Do Douro à serra e na hora certa
Desde a Barca D'Alva até Lagoaça.
E quem é que não gosta da tua imagem
E da linda paisagem, que tens a teus pés
E o Rio Douro que parece um espelho
E banha o Concelho desde lés a lés.
E quem não conhece as tuas amendoeiras
Que alegram o Mundo, quando estão em flor
E dos grandes pomares que tens de laranjeiras
Vinhedos e oliveiras que há em teu redor.
E como agora já quase não há fronteiras
Portugal e Espanha já livres de perigos
E em dias de festas, domingos e feiras
Todos se visitam, como bons amigos.
Peço a quem me escuta para visitar
O nosso concelho, não andem à toa
Tenho a certeza que vão adorar
E que vão gostar desta gente boa.
Deixai que vos fale este pobre velho
Quero-vos deixar versos como adornos
E erguer bem alto sempre o meu Concelho
Porque amo Freixo, Mazouco e Fomos.
Poema de António Páscoa, do livro "Cores na Escuridão", 2003.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Passeio a Freixo - 3.ª Parte
Depois de descrever o fantástico percurso da Ribeira do Mosteiro, o passeio pela vila Freixo de Espada a Cinta, falta-me ainda falar da visita ao Penedo Durão e à Congida, para concluir um dia em cheio À Descoberta.
Já passava das cinco da tarde quando partimos em direcção ao Penedo Durão. Eu recordo bem a vista magnífica que daí se tem! Creio que a última vez que ali estive foi num passeio escolar, com algumas dezenas de alunos.
Lá no alto, a 700 metros de altitude, mesmo com um sol abrasador, estava-se relativamente bem, porque havia algum ar em movimento. Não havia ninguém a admirar a paisagem, mas nós fizemos questão de aí permanecer por bastante tempo.

O local está bem cuidado, com muitas mesas e bancos a convidarem a um bom lanche, com a erva cortada recentemente e até existem alguns divertimentos para as crianças, num mini-parque infantil. Fui surpreendido pela existência de uma enorme imagem de Nossa senhora, segurando o Menino, é Nossa Senhora do Douro, que ali foi colocada em 2002.
É interessante, visto do Penedo Durão, tudo parece pequeno! Até o rio, aprisionado na barragem, parece uma estreita fita azul que se esconde por entre as arribas por Mazouco, Lagoaça, Bemposta, Picote, e, finalmente, Miranda do Douro, que tão bem conheço. Quase me imagino do São João das Arribas, em Aldeia Nova, a olhar o rio, que calmamente desliza em direcção ao poente.
Um outro motivo de interesse do miradouro do Penedo Durão é a possibilidade de se observarem aves, difíceis de encontrar noutros locais e que estiveram na base da criação do Parque Natural do Douro Internacional. Duas delas são o grifo ou abutre (Gyps fulvus) e o abutre-do-Egipto (Neophron percnopterus) espécie migradora, que serve de símbolo do PNDI. Com alguma dificuldade consegui ver alguns exemplares destas duas espécies, pausados nos rochedos, a grande distância de nós. A maior parte dos abutres voava muito alto, em voo planado, tão longe que mais pareciam andorinhas. Seguramente que não era o dia certo para fotografar os abutres. Há muita gente que visita estas paragens exclusivamente para fotografar estas aves.

Com muita pena de não conseguirmos avistar os abutres de perto, partimos para a Congida. Junto ao rio a temperatura era mais agradável. Gozámos uns momentos de tranquilidade bebendo alguma coisa no bar e comendo um gelado. A maior parte dos frequentadores da piscina já a deviam ter abandonado, mas restava um pequeno grupo que queria aproveitar a tarde até ao fim. Havia bastantes pessoas no local! Uns passeando, andando de barco, outros, respirava-se a humidade do rio e a frescura das folhas das árvores, que tornam este lugar o paraíso de Freixo.
Foi com pena que deixámos o local. Subimos a Freixo, que atravessámos, saindo pela estrada N221 em direcção à Estação de Freixo. Satisfeitos com o passeio, apenas nos lamentámos do que gostaríamos de ter visto e não foi possível: a igreja matriz, a igreja da Misericórdia, a Torre do Galo, a capelinha de Nossa Senhora dos Montes Ermos, o “cavalo” de Mazouco,… tantas e tantas razões para voltarmos a Freixo, numa próxima oportunidade. Até lá, restam-nos um bom conjunto de fotografias para recordar e mostrar. O lema publicitário do município de Freixo faz todo o sentido, “apaixone-se”.
Já passava das cinco da tarde quando partimos em direcção ao Penedo Durão. Eu recordo bem a vista magnífica que daí se tem! Creio que a última vez que ali estive foi num passeio escolar, com algumas dezenas de alunos.
Lá no alto, a 700 metros de altitude, mesmo com um sol abrasador, estava-se relativamente bem, porque havia algum ar em movimento. Não havia ninguém a admirar a paisagem, mas nós fizemos questão de aí permanecer por bastante tempo.

O local está bem cuidado, com muitas mesas e bancos a convidarem a um bom lanche, com a erva cortada recentemente e até existem alguns divertimentos para as crianças, num mini-parque infantil. Fui surpreendido pela existência de uma enorme imagem de Nossa senhora, segurando o Menino, é Nossa Senhora do Douro, que ali foi colocada em 2002.
É interessante, visto do Penedo Durão, tudo parece pequeno! Até o rio, aprisionado na barragem, parece uma estreita fita azul que se esconde por entre as arribas por Mazouco, Lagoaça, Bemposta, Picote, e, finalmente, Miranda do Douro, que tão bem conheço. Quase me imagino do São João das Arribas, em Aldeia Nova, a olhar o rio, que calmamente desliza em direcção ao poente.
Um outro motivo de interesse do miradouro do Penedo Durão é a possibilidade de se observarem aves, difíceis de encontrar noutros locais e que estiveram na base da criação do Parque Natural do Douro Internacional. Duas delas são o grifo ou abutre (Gyps fulvus) e o abutre-do-Egipto (Neophron percnopterus) espécie migradora, que serve de símbolo do PNDI. Com alguma dificuldade consegui ver alguns exemplares destas duas espécies, pausados nos rochedos, a grande distância de nós. A maior parte dos abutres voava muito alto, em voo planado, tão longe que mais pareciam andorinhas. Seguramente que não era o dia certo para fotografar os abutres. Há muita gente que visita estas paragens exclusivamente para fotografar estas aves.

Com muita pena de não conseguirmos avistar os abutres de perto, partimos para a Congida. Junto ao rio a temperatura era mais agradável. Gozámos uns momentos de tranquilidade bebendo alguma coisa no bar e comendo um gelado. A maior parte dos frequentadores da piscina já a deviam ter abandonado, mas restava um pequeno grupo que queria aproveitar a tarde até ao fim. Havia bastantes pessoas no local! Uns passeando, andando de barco, outros, respirava-se a humidade do rio e a frescura das folhas das árvores, que tornam este lugar o paraíso de Freixo.
Foi com pena que deixámos o local. Subimos a Freixo, que atravessámos, saindo pela estrada N221 em direcção à Estação de Freixo. Satisfeitos com o passeio, apenas nos lamentámos do que gostaríamos de ter visto e não foi possível: a igreja matriz, a igreja da Misericórdia, a Torre do Galo, a capelinha de Nossa Senhora dos Montes Ermos, o “cavalo” de Mazouco,… tantas e tantas razões para voltarmos a Freixo, numa próxima oportunidade. Até lá, restam-nos um bom conjunto de fotografias para recordar e mostrar. O lema publicitário do município de Freixo faz todo o sentido, “apaixone-se”.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Pelas ruas de Freixo
Continuação da visita à Ribeira do Mosteiro

O almoço foi num restaurante na Avenida Guerra Junqueiro. Pedi um bacalhau e vinho branco, de Freixo e os rapazes quiseram lombinhos. Ainda não foi desta que gostei de uma refeição em Freixo. Por mais que me custe, tenho de admitir que já são alguns desaires. Não me considero exigente, antes pelo contrário, mas dou mais importância ao sabor do que ao número de copos sobre a mesa. Aproveitou-se o vinho, que me soube muito bem.
Dirigimo-nos para junto da igreja Matriz, onde iria começar o nosso passeio pela vila. A igreja estava fechada, a eucaristia tinha sido de manhã, ninguém a foi abrir, durante toda a tarde! Foi pena, é bela, monumento nacional e nunca a visitei. A Torre do Galo também estava fechada! Bem, eu não perdi tempo para me embrenhar pelas ruas mostrando aos meus filhos as janelas e outros elementos de estilo manuelino de que lhes fui falando pelo caminho, também como forma de justificar a importância de Freixo como a Vila Mais Manuelina de Portugal. Todos se interessaram na procura da janela “mais bonita”. Seguimos pela Rua das Eiras, demos uma atenção especial à Igreja da Misericórdia, também fechada e saltámos de rua em rua, com especial destaque para a Rua do Vale, Rua da Cadeia, Rua da Fonte Seca e Rua do Depósito.

De volta ao Largo da Igreja encontrámos um grupo de algumas dezenas de pessoas da Matela, freguesia do concelho de Vimioso, com algumas pessoas conhecidas. Tivemos direito a uma música especial, tocada no bombo e na gaita-de-foles. Como a igreja continuava fechada, seguimos para a Avenida Guerra Junqueiro, mesmo em frente à Câmara Municipal onde admirámos a lindíssimo pelourinho manuelino.
O posto de turismo é ali próximo. Fizemos-lhe uma visita e fomos recebidos com toda a amabilidade. Recebemos gratuitamente um conjunto de folhetos promocionais, do turismo no concelho e a agenda cultural para o Verão. Aproveitei para comprar quatro livros relacionados com Freixo, ou de autores freixenistas, que me vão dar uma boa ajuda nesta tarefa de Descoberta de Freixo de Espada à Cinta. Aproveitámos para beber água, estava fresca e era grátis!

Voltámos à parte mais antiga da vila para visitarmos a Casa Junqueiro e o Museu da Seda. Na Casa Junqueiro sentimo-nos em casa. Muitos dos artefactos expostos ainda fizeram parte de algumas das nossas vivências e somos profundos apreciadores da etnografia. Para os mais novos foi uma viagem a um passado completamente desconhecido, onde não havia ecrãs.
Na Sede da Associação do Artesanato, visitámos algumas salas sobre a seda. Não pudemos ver os bichos-da-seda mas saiu-nos um casulo na rifa, para recordação. Os trabalhos expostos são magníficos, mostrando todo o vigor que a seda tem nesta Associação. Também na produção da seda, Freixo, ocupa um lugar de destaque no panorama nacional.

Terminado o “circuito cultural”, foi com dificuldade que conseguimos retirar o nosso carro do Largo da Igreja. As ruas estavam cortadas ao trânsito e o largo parecia um inferno de cabos e câmaras. Já se ensaiava para o programa do dia seguinte, Verão Total.
Nós partimos para locais mais tranquilos, continuando À Descoberta de Freixo.
Continua...

O almoço foi num restaurante na Avenida Guerra Junqueiro. Pedi um bacalhau e vinho branco, de Freixo e os rapazes quiseram lombinhos. Ainda não foi desta que gostei de uma refeição em Freixo. Por mais que me custe, tenho de admitir que já são alguns desaires. Não me considero exigente, antes pelo contrário, mas dou mais importância ao sabor do que ao número de copos sobre a mesa. Aproveitou-se o vinho, que me soube muito bem.
Dirigimo-nos para junto da igreja Matriz, onde iria começar o nosso passeio pela vila. A igreja estava fechada, a eucaristia tinha sido de manhã, ninguém a foi abrir, durante toda a tarde! Foi pena, é bela, monumento nacional e nunca a visitei. A Torre do Galo também estava fechada! Bem, eu não perdi tempo para me embrenhar pelas ruas mostrando aos meus filhos as janelas e outros elementos de estilo manuelino de que lhes fui falando pelo caminho, também como forma de justificar a importância de Freixo como a Vila Mais Manuelina de Portugal. Todos se interessaram na procura da janela “mais bonita”. Seguimos pela Rua das Eiras, demos uma atenção especial à Igreja da Misericórdia, também fechada e saltámos de rua em rua, com especial destaque para a Rua do Vale, Rua da Cadeia, Rua da Fonte Seca e Rua do Depósito.

De volta ao Largo da Igreja encontrámos um grupo de algumas dezenas de pessoas da Matela, freguesia do concelho de Vimioso, com algumas pessoas conhecidas. Tivemos direito a uma música especial, tocada no bombo e na gaita-de-foles. Como a igreja continuava fechada, seguimos para a Avenida Guerra Junqueiro, mesmo em frente à Câmara Municipal onde admirámos a lindíssimo pelourinho manuelino.
O posto de turismo é ali próximo. Fizemos-lhe uma visita e fomos recebidos com toda a amabilidade. Recebemos gratuitamente um conjunto de folhetos promocionais, do turismo no concelho e a agenda cultural para o Verão. Aproveitei para comprar quatro livros relacionados com Freixo, ou de autores freixenistas, que me vão dar uma boa ajuda nesta tarefa de Descoberta de Freixo de Espada à Cinta. Aproveitámos para beber água, estava fresca e era grátis!

Voltámos à parte mais antiga da vila para visitarmos a Casa Junqueiro e o Museu da Seda. Na Casa Junqueiro sentimo-nos em casa. Muitos dos artefactos expostos ainda fizeram parte de algumas das nossas vivências e somos profundos apreciadores da etnografia. Para os mais novos foi uma viagem a um passado completamente desconhecido, onde não havia ecrãs.
Na Sede da Associação do Artesanato, visitámos algumas salas sobre a seda. Não pudemos ver os bichos-da-seda mas saiu-nos um casulo na rifa, para recordação. Os trabalhos expostos são magníficos, mostrando todo o vigor que a seda tem nesta Associação. Também na produção da seda, Freixo, ocupa um lugar de destaque no panorama nacional.

Terminado o “circuito cultural”, foi com dificuldade que conseguimos retirar o nosso carro do Largo da Igreja. As ruas estavam cortadas ao trânsito e o largo parecia um inferno de cabos e câmaras. Já se ensaiava para o programa do dia seguinte, Verão Total.
Nós partimos para locais mais tranquilos, continuando À Descoberta de Freixo.
Continua...
sábado, 10 de maio de 2008
Abertura do Blog

Este blog destina-se à partilha de histórias e fotografias, das minhas aventuras À Descoberta do concelho de Freixo de Espada à Cinta. À Descoberta da paisagem, monumentos, fauna, flora, poesia e outras formas de ver e conhecer esta canto do Nordeste de Portugal.
Aníbal Gonçalves
A fotografia foi tirada em Lagoaça, em 2007.
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